Nintendo 3DS: A revolução portátil que moldou uma geração
A história dos games portáteis é marcada por viradas ousadas — e poucas foram tão significativas quanto a chegada da Nintendo 3DS em solo europeu.
Lançada em 2011, a 3DS trouxe algo inédito: 3D sem óculos, num mundo que ainda engatinhava nessa tecnologia. Na época, portais como a Eurogamer.pt destacaram a euforia do público, filas em eventos e a expectativa que só a Nintendo era capaz de gerar.
Hoje, olhando em retrospecto, a gente percebe: aquele hype fazia todo sentido.
Um salto além da nostalgia
A 3DS não foi só um sucessor. Ela foi um divisor de águas. Reuniu funcionalidades que mudariam o jeito de jogar:
- StreetPass e SpotPass, conectando mundos reais e virtuais
- Câmeras 3D, que antecipavam o que hoje chamamos de “imersão”
- eShop integrada, marcando o início da digitalização dos portáteis
- E claro, retrocompatibilidade com o vasto acervo do DS
Jogos como Kid Icarus: Uprising, Fire Emblem: Awakening e Luigi’s Mansion: Dark Moon não apenas marcaram a geração, como continuam influenciando títulos até hoje.
Por que revisitamos isso?
Aqui no Exponente Geek, a gente acredita que o passado não é só nostalgia — é fundação. É por isso que revisitamos datas, reportagens e reações da época. Cada título, cada lançamento, cada reação coletiva diz muito sobre o que os games significavam… e ainda significam.
A 3DS não foi só uma promessa cumprida: foi uma das últimas grandes revoluções antes da era dos híbridos, como o Nintendo Switch. E se seu coração acendeu quando leu Nintendo Switch fique sabendo que o site GAGNETWORK, sempre traz notícias quentinhas sobre o console e sobre o Switch 2, acompanhando todos os burburinhos de sobre o lançamento!
Curadoria é memória viva
Resgatar histórias como essa é parte do nosso papel: preservar a memória gamer com contexto, com alma, com conteúdo.
E por mais que a indústria mude, algumas perguntas continuam valendo:
O que um portátil precisa ter pra conquistar o mundo?
O que define uma geração?
O 3DS respondeu essas perguntas em 2011.
A gente só tá aqui pra lembrar.
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